Mulheres negras procuram homens brancos

O que percebo na sociedade brasileira é exatamente o que a maioria falou: Os homens brancos preferem as mulheres brancas, quando preferem as negras é para o sexo, os homens negros preferem as brancas como (Troféus)e as mulheres negras normalmente ficam sem oportunidades. É uma realidade muito triste, visto que o Brasil não existe uma raça ... Os relacionamentos inter-raciais são, hoje, crescentemente comuns. Mas nem sempre o foram. O presente artigo apresenta, sumariamente, a evolução histórica dos relacionamentos entre indivíduos negros e brancos. Num passado não muito remoto, no período da escravatura e do colonialismo, eram quase impossíveis. Dos existentes, regra geral, aconteciam mais entre homens brancos e mulheres ... As mulheres negras são recusados pelos homens negros e brancos, principalmente pelo negro, e se for bem sucedido, é quase impossível um negro se relacionar com uma negra!….Exemplo disso é no futebol, onde quase todos jogadores nacionais são negros ou mestiços e 99,99% das MARIAS CHUTEIRAS são brancas!. Sexsites - Site Oficial com todos os filmes porno produzidos com atualização diaria de filmes As mulheres negras no Brasil se envolvem com homens brancos porque sao engenuas e interesseiras e não valoriza a sua pele; Por isso o Brasil é um país de quinta categodia; As mulheres negras dos Estados Unidos da America, na sua grande maioria, so se envolve com gente da sua propria raça, o Exemplo claro é o Michele de Obama; Nos Estados ... Nunca consegui entender esta 'fascinação de homens brancos por mulheres negras,dizem que são melhores na cama,mais fogo etc.Eu não entendo a diferença, por quer me acho normal como qualquer outra mulher independente de cor e raça.Diga me homens onde esta a diferença? o afirmam que as mulheres negras são o bloco mais educado dos americanos vem de um estudo de 2014 que cita a porcentagem de mulheres negras matriculadas na faculdade em relação aos outros grupos de raça. Considerando apenas a inscrição, dá uma imagem incompleta. As mulheres negras também estão começando a superar outros grupos na obtenção de diplomas. e dominação entre mulheres e, nelas, para o silenciamento das mulheres negras. O pon- O pon- to de vista dessas mulheres, em contraposição a um “nós” baseado na experiência das Galeria de Fotos 21 vozes negras muito especiais pelas quais somos gratos em 2016 Veja Fotos 11 coisas esquisitas que mulheres negras já ouviram ao namorar caras brancos 1 / 20 dados do PNAD 2002, onde os homens brancos apresentavam um rendimento médio em reais de 1.102,5, enquanto as mulheres brancas 686, 4; os homens negros recebiam em média 521,1 e as mulheres negras alcançavam 342,5. Temos então que: os homens brancos lideram sob todos os outros, as mulheres brancas ganha mais que homens e mulheres

O defunto mais caro do mundo - CAP 1

2018.07.12 01:53 EWGLS O defunto mais caro do mundo - CAP 1

Cortando as ruas madrugada adentro, um carro fúnebre e seus circunspectos passageiros levavam no féretro o finado mais vivo que esta urna jamais abrigara.
 
As ruas eram frias, o condutor do rabecão era friíssimo. Apesar dos postes alumiarem aqui e acolá, os espaços escuros eram extensos e a falta de gente na rua só agravava o odor de solidão daquelas longas avenidas. Era uma bairro residencial, de ambos os lados erguiam-se prédios e uma ou outra janela acesa de gente sem sono.
 
O rabecão curvou à direita, nos seus retrovisores via-se dois Buick Roadmaster, série 70 e pretos, com vidros fumê que não atendiam as ânsias de nenhum curioso de plantão pela vizinhança, as placas ambíguas pela escuridão menos ainda. E seguiram: direita, esquerda, em frente... Mas nunca pra trás. Conheciam aquele bairro como Deus conhece o homem, os impressionáveis seriam capazes até mesmo de afirmar que eles participaram na reestruturação do lugar, depois da guerra.
 
A tríade de quadro rodas seguiu o passeio lúgubre por mais meia hora ou menos, chegando em um estacionamento, de fronte a uma casa de dança de dois andares. Ao redor havia mercados fechados, um ou outro bar mal-encarado com alguns maltrapilhos tontos de álcool e uma delegacia abarrotada de jovens pelintras delirantes de derivados de ácido lisérgico.
 
Os Buick e seus condutores ficaram no estacionamento, o rabecão seguiu para os fundos da casa de dança de dois andares. As luminárias inconstantes da casa, de vez em quando, davam o ar da graça e iluminavam um letreiro que parecia dizer: "The nightwolf's lair".
 
Saindo do rabecão, motorista e passageiro, austeros, pontudos. Ambos de fedora, terno e casacos trespassados, ao melhor estilo Joe Bonanno. Em frente deles e do rabecão, um homem de olhar afiado, fedora impecável e charutos caros os observava. Estava acompanhado de uma mulher, ambos de preto. Ela com um burberry trench, ele com casaco esporte quadriculado e terno de três botões.
 
Não se pode dar maiores descrições do rosto da moça, encoberto em véu negro e com uma rosa ainda mais negra em seu cume. Diz-se que era alta, talvez pelo salto, mas não há como saber de certo. Não tão alta que chegasse a passar algum homem presente, mas alta. Tinha ares finos e severos, um rosto esnobe e óculos escuros que não deixavam ninguém ler seus olhos.
 
- Conferiram a caixa? - Perguntou o homem de casaco esporte.
 
- Sim senhor, a cada santo quarteirão. - Respondeu o passageiro do rabecão.
 
Junto de outros 3 homens, o motorista retirou o caixão e colocou-o em uma maca de metal.
 
- Vê com teus próprios olhos, senhor Cesare.
 
Cesare e seu charuto chegaram mais próximos do caixão, a mulher foi junto. Diferentemente dos caixões convencionais, este tinha olho mágico, mas de fora para dentro. Era cor de caramelo e pouco luxuoso, no centro tinha gravada uma cruz com uma argola acoplada. Com certo jeito particular, o motorista puxa a argola e a cruz se abre e deixa ver, por intermédio de um vidro, parte de um rosto pálido. Este rosto pálido ostentava óculos de lentes avermelhadas, entre o óculos erguia-se um nariz afilado e uma mecha lisa de cabelo escuro.
 
- Ótimo, vamos com ele lá pra cima.
 
Quatro homens, todos de terno preto e fedora branca, levaram o caixão para o segundo andar. Chegando lá, com um baque grave no chão, colocaram o caixão de pé. A sala do primeiro andar era luxuosa, a do segundo luxuosíssima. Castiçais dourados pendiam do teto, tapetes carmesim, com ar Real,cobriam o chão; mesas chiques cobriam o resto do espaço. Dezenas de homens discretamente armados estavam ao redor, de olhos fixos no caixão. No balcão, o barman limpava seus copos com um delicado pano branco. O lugar inteiro cheirava a cigarro, os homens também.
 
- Vamos, abram o esquife. - Disse um homem enquanto trazia o fogo do isqueiro para o cigarro que estava em sua boca.
 
Na única mesa ocupada estavam Cesare e sua companheira, a única mulher no recinto.
 
Depois de uma longa baforada, o homem com isqueiro perguntou - E então, padrinho? Ainda não entendi porquê trazer esta "peça" em um caixão. O que o senhor queria, intimidar o coitado? Ainda que assim fosse, para quê tanto? Dá pra ver a delegacia desta janela mesmo, um caixão aqui não é abusar da boa vontade deles?
 
- Meu filho, hoje em dia as esquinas tem olhos, ouvidos, e os notórios curiosos. - Disse Cesare, e continuou - Param os velhos, os caminhoneiros, as mulheres, os jovens e os pais de família. Tudo é passível de uma apalpada, uma olhada, ou qualquer verificação de rotina; menos os carros fúnebres. A audácia policial sempre esbarra na incredulidade e é na sombra dela que nós passamos nossa mercadoria. A receita para a discrição: mescle o banal com o excêntrico. Todos olham o rabecão, mas pará-lo seria um disparate. Ele leva um santo, um morto.
 
O homem do cigarro tinha um sorriso de satisfação no rosto. - Pra mim serve, padrinho.
 
Assim que terminou estas palavras, abre-se o ataúde. Diante de dois homens, de ambos os lados do caixão, cai um corpo pálido, e ouve-se o som oco do encontro da sua cabeça com o macio tapete.
 
- Ora, mas que diabo é isto? - Disse um dos homens.
 
- Anda, maltrapilho, levanta-te - bradou o outro.
 
O homem não levantava, parecia mesmo ter entrado no personagem.
 
- Pega nele desse lado, vem, vamos leva-lo.
 
E, levantando-o pelos ombros, carregaram o pálido até a mesa onde o casal estava, próximo da janela que dava para rua.
 
No canto da sala, motorista e passageiro do rabecão estavam boquiabertos. Dentro do caixão ficaram três grades de metal, duas coleiras também metálicas, uma mordaça e algumas cordas. O homem ainda carregava em seu corpo duas algemas, uma nos pulsos, desatada de uma das mãos, e outra na perna, que também só estava atada a uma delas.
 
Ele viera preso por cordas, correntes de metal, coleiras de choque e algemas da melhor qualidade. Viera, mas já não estava.
 
- Então ele é mesmo o tal mágico, desgraçado. - Disse o passageiro que o trouxe, tentando esconder sua cara de bobo.
O motorista ficara zangado, sentiu-se passado para trás.
 
O escapista lá ia, apoiado-se nos braços de seus sequestradores. Colocaram-no na cadeira, do lado oposto do casal. Ele continuava com o ar sonolento, senão morto. Era branco, pálido. Usava um blazer que um dia fora também branco, mas hoje a cor mais adequada para descrevê-lo seria "surrado". Camisa vermelha e calça bege à moda antiga, luvas negras e desbotadas. No rosto, pendiam mechas de cabelo pela testa, mas não tinha cabelos longos, apenas era adepto do caos capilar, ou não tinha pente. Abaixo do afilado nariz aparecia um fino lábio ressecado e acima dele sustentava seus óculos fundo de garrafa de lentes avermelhadas. Parecia de altura mediana, sentaram-no desajeitadamente e ele não fez questão de se corrigir, parecia dormir sentado, com os olhos pro chão.
 
- Buona notte, Aires. - Disse Cesare. - Gosta de vinho?
 
- Gosto, - Disse, com uma inesperada gravidade na voz, o sonolento nomeado de Aires - Mas por hoje, bebo fumaça.
 
Rapidamente, com uma destreza pouco esperada de quem veio de uma viajem intercontinental, Aires retira da algibeira um isqueiro, e de trás da orelha um cigarro. Era um Camel. O motorista que lhe trouxe pôs a mão na própria algibeira e notou, para sua muda fúria, que o isqueiro e o Camel eram os dele. Aires pareceu desferir um olhar irônico para o motorista, mas as lentes avermelhadas não deixavam ninguém ver o seu interior.
 
- Então, não é que pegamos mesmo o senhor! - Falava com externa felicidade Cesare. - O homem mais procurado do mundo inteiro, que mais vezes foi capturado, que mais vezes fugiu. A miragem inalcançável, o ouro vivo.
 
- Se sou quem você diz, - replica Aires - a minha índole já arruína teus esforços e o destino te condena como mais um fracassado. Ou seria o senhor a gota de chuva que me tirará o ultimo suspiro de liberdade? Aquela única, dentre todas as milhares, que findou de afogar meu pulmão em líquido.
 
A mulher, com apaixonada curiosidade, perscrutava o óculos de Aires, que durante todo o discurso olhava para a fumaça produzida pelo seu camel. Ela queria decifrar aquela alma de feições silenciosas, mas profunda como as cavernas do inferno.
 
Soltando um irônico riso, respondeu Cesare - Não, não senhor! Não cheguei onde cheguei sendo ingênuo ou arrogante. Meus desejos voam baixo, só lhe vim pedir um humilde favor, que lhe será pago em quantias muito pouco modestas, e muito menos ainda humildes.
 
Com a algema ainda presa em um de seus pulsos, Aires olhava desatento para a fumaça.
 
- Quero que me diga tudo, nada escondes de mim. O cumprimento do dever só depende do alvo, e... - Neste ponto foi interrompido por Cesare.
 
- Eu sei como o senhor opera. Ademais, tudo que precisa saber está aqui.
 
Lhe passou um envelope vermelho, com o selo roxo da casa: "Nw".
 
Aires pegou, abriu o envelope e leu a primeira linha, que dizia:
 
"Boiarina de Moscou."
 
- Se acha que eu sou capaz de arrancar a vida de qualquer um, o que protege sua cabeça de mim?
 
Cesare estalou os dedos e brotaram dois pequenos revolveres na cabeça de Aires, eram dos dois que o tiraram do caixão.
 
- É uma questão de velocidade, Sr. Aires. O que chega mais rápido, as suas artimanhas e truques, ou o projétil da Ruger que está ao seu lado?
 
Aires, colocando os olhos sem Cesare, disse: 400 milhões, no trem em Singapura, no dia 12 de novembro. Me dê 6 meses para o trabalho.
 
- Daria-te um ano. - Replicou Cesare, e os homens recolheram suas armas a escuridão de seus casacos outra vez.
 
- Passar bem. - Concluiu Aires, enquanto se levantava.
 
Fez uma vênia para o casal, baforou o cigarro e foi-se encaminhando para a porta por onde entrara.
 
- Ilusionista, não esqueceu de algo? Qual é a garantia de que eu vou lhe pagar?
 
- Quanto vale os seus 30 anos restantes de vida, meu bom senhor?
 
- Justo. E quanto ao envelope, não tem curiosidade do resto?
 
- Já o li, fique.
 
Aires desceu as escadas, que subiu carregado dentro do caixão. Lá fora havia um carro esperando por ele, não era o rabecão. Entrou no banco do passageiro, e o motorista perguntou o destino.
 
- Largo no estacionamento.
 
O portão da saída começou a subir, dois homens tiravam o stinger da passagem, estavam comumente vestidos, como todos na casa. Fedora, terno preto, sapato pretíssimo. Tinham em mãos duas metralhadoras giratórias e encaravam o carro e seu passageiro.
 
O carro deu a volta na casa e deixou Aires no estacionamento, que dava para a parte onde estivera conversando dantes.
 
- Aqui está bom, obrigado.
 
- Aqui? - Disse o motorista.
 
Aires já estava fora do carro e espreitava pela esquina.
 
O motorista ajeitou a fedora e meteu-se por entre os quarteirões, o trabalho terminara.
 
Cesare olhava por entre a janela, começava a chover.
 
"Nosso projétil já saiu do cano." - Pensou.
 
A mulher, que até pouco estava com ele, tinha ido ao banheiro. O pensamento, de Cesare ao barman, ainda estava no pálido defunto vivo que por ali passou. O dela mais que o de todos.
 
Aires já ia a um quarteirão, deu a mão para um táxi que passava e entrou no banco de trás.
 
"Para onde, senhor?"
 
- Rússia, para a Rússia.
 
- Nunca te procuram para uma rixa de vizinhos.
 
- Não é de todo o mal, viajar me agrada.
 
O cigarro virou cinzas e a noite amanhecia, Aires tirou do bolso a carta que Cesare lhe entregara.
 
Cesare, já sozinho no segundo andar da luxuosa casa de dança, olhando o nascer do sol e tomando o seu vinho das manhãs, pegou o envelope vazio que Aires deixara na mesa, quando sentiu um volume estranho.
 
Colocou-o de cabeça pra baixo.
 
Caíram vinte e duas pequenas cápsulas de Ruger.
 
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